segunda-feira, 9 de abril de 2012

Novo disco de Marcos Sacramento e Zé Paulo Becker

Borandá lançará em breve o novo disco de Marcos Sacramento e Zé Paulo Becker

A Borandá entra na ponte aérea e traz o samba do Rio de Janeiro para o próximo lançamento do selo: o CD “Todo Mundo Quer Amar”, do cantor Marcos Sacramento em duo com o violonista e compositor Zé Paulo Becker. As canções trazem letras inéditas de Paulo César Pinheiro. Em breve, mais informações e um MP3 para streaming!

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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Borandá na Jazzahead 2012!

Entre os dias 19 e 22 de Abril , a Borandá terá participação garantida no stand da BM&A (Brasil Music Exchange) em mais um evento internacional: a feira Jazzahead!.

Jazzahead! é um importante festival no cenário do jazz internacional que acontece desde 2006 em Bremen, Alemanha. Reuniu em 2010, 5000 visitantes, incluindo mais de 1500 profissionais participantes, além de 276 expositores de 23 países diferentes e produziu mais de 12.000 contatos em impressos, rádio e televisão, tanto nacional como internacionalmente, se tornando o principal evento para os amantes do gênero.

O objetivo da Borandá é intensificar sua atuação no mercado internacional e buscar oportunidades para o seu casting de artistas. Sobretudo, turnês em festivais, apresentações em teatros na Europa e intercâmbios com a vinda de renomados músicos estrangeiros para apresentações no Brasil.

O evento integra grupos participantes que em princípio não têm ligação direta com o jazz, mas que se sentem atraídos pelo estilo.

Site da Jazzahead

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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Luciana Souza retorna para show e disco

Por Carlos Calado | Para o Valor, de São Paulo

Uma década atrás, já estabelecida nos EUA, ela lançou o disco “Brazilian Duos”, cantando clássicos da música brasileira, em português, acompanhada por três violonistas.

Luciana Souza, que vai reler clássicos brasileiros de diversas épocas no disco "Duos III": "Hoje me sinto uma espécie de diplomata", diz a cantora

Saudado pela crítica e indicado ao prêmio Grammy, esse álbum permitiu que Luciana Souza firmasse de vez sua carreira na cena mundial do jazz. Em 2005, ela manteve esse formato, no CD “Duos II”, com o qual acumulou novos elogios e outra indicação ao Grammy.

No entanto, quando vinha se apresentar no Brasil, a cantora paulistana era questionada por seu repertório não incluir compositores brasileiros contemporâneos. “Como saí muito cedo do país, não tenho uma relação com a música brasileira de hoje”, ela reconhece, em entrevista ao Valor, por telefone, de Los Angeles. “Tenho contato com alguns músicos brasileiros, recebo discos e sei mais ou menos o que acontece no país, mas, na hora de gravar, meu interesse é mesmo pelos clássicos”, admite.

É por isso que, dias antes de vir a São Paulo para gravar seu terceiro álbum da série “Duos” e fazer shows no Sesc Pompéia (em 10 e 11/3), Luciana não esconde uma ponta de desabafo. “Resolvi assumir que gosto de canções mais antigas e vou continuar a gravá-las. Vai ser legal fechar essa trilogia, finalmente, porque quando fiz o segundo ‘Duos’ já tinha o terceiro na cabeça. Cheguei a pensar em usar outros instrumentos, mas refleti melhor e voltei à ideia de cantar só com violão.”

Nas gravações de “Duos III”, Luciana terá outra vez a seu lado dois violonistas que a acompanharam nos primeiros discos da série. “Romero Lubambo é um grande parceiro meu, aqui nos Estados Unidos. E o Marco Pereira tem uma história pessoal comigo, somos amigos desde minha adolescência. A novidade desse disco é que também convidei o Toninho Horta. Vamos gravar ‘Pedra da Lua’, uma música dele, que é estranha e muito bonita”, comenta.

Como nos álbuns anteriores, Luciana vai reler clássicos da música brasileira de diversas épocas. Alguns deles ela aprendeu a cantar com os pais – a letrista Tereza Souza e o violonista e compositor Walter Santos, expoentes da geração que cultivou a bossa nova durante a década de 1960, em São Paulo. Já nos anos 1980, os dois fundaram o Som da Gente, selo importante no segmento da música instrumental brasileira.

“Vou gravar uma canção linda, do repertório do Orlando Silva, que o meu pai cantava muito”, diz ela, referindo-se a “Mágoas de Caboclo” (Leonel Azevedo e J. Cascata). “Também vou cantar um medley, em ritmo de baião, que combina ‘Lamento Sertanejo’, de Gilberto Gil e Dominguinhos, com ‘Maçã do Rosto’, do Djavan. Tem outra ainda do Gil, ‘Eu Vim da Bahia’, que eu já canto por aqui”, revela.

Frequente no repertório de Luciana, Tom Jobim estará representado por três canções: “Chora Coração”, “Dindi” e “Ligia”. “Faz tempo que eu quero muito gravar essas músicas. Como ‘Ligia’, da qual já tentei, mas não consigo escapar”, diverte-se. “Tenho que gravá-la, é uma coisa de paixão. E vai ser com o Toninho Horta, que tem um suingue todo dele”.

Há três anos sem lançar discos, desde o álbum “Tide” (2009), Luciana prepara um retorno em dose dupla. “Duos III” tem lançamento previsto para 28 de agosto, nos EUA, pelo selo Sunnyside. Nesse mesmo dia sai também o CD “The Book of Chet”,  homenagem que ela fará ao cantor e trompetista Chet Baker (1929-1988). Nesse disco vão entrar conhecidos standards do repertório do jazzista, como “The Thrill Is Gone” e “You Go To My Head”.

“Ele cantava com uma tristeza absolutamente palpável. Quero evocar um pouco daquela maneira de cantar tão solitária e da intuição que ele tinha no fraseado”, revela Luciana, comentando que a afinidade do estilo cool de Baker com a estética da bossa nova também a estimula a realizar esse projeto. “Eu não parava de ouvir e cantar Chet Baker, na época em que estava cursando o mestrado. Essa é outra obsessão que também preciso tirar do meu organismo”, brinca a intérprete, que terá a seu lado talentosos músicos de jazz da Califórnia: Larry Koose (guitarra), David Piltch (contrabaixo) e Jay Bellerose (bateria).

Embora sua produção musical tenha diminuído, relativamente, nos últimos anos, Luciana não lamenta a mudança de ritmo na carreira, após se casar com o produtor Larry Klein. “Sem querer ser egoísta, acho que tive muita sorte por ter tido meu filho durante essa crise econômica. Como as oportunidades diminuíram para todos os artistas, tanto nos Estados Unidos como na Europa, foi muito bom poder ficar em casa, cuidando do meu filho, sem me sentir culpada por não estar trabalhando”, comenta, pontuando que, mesmo assim, faz cerca de 40 a 50 shows por ano.

“Durante esse período de hibernação, trabalhei com o Paul Simon, com o Herbie Hancock, gravei o ‘Tide’, fiz projetos lindos com  música de câmera, que me fizeram crescer em outras áreas”, relembra. “Além disso, ao me casar, mudei de Nova York para Los Angeles, algo fundamental para mim. Em Nova York, havia a pressão diária de estar sempre fazendo e acontecendo. Tem uma hora em que você precisa se voltar para dentro”, diz, lembrando que também teve de lidar com a perda dos pais nesse período.

A morte de Walter e Tereza, três anos atrás, só aumentou sua vontade de homenageá-los. “Eu gostaria muito de fazer um tributo a meu pai, um disco com instrumentos de cordas, com grandes arranjadores. Já falei com Vince Mendoza, Johnny Mandel, Dori Caymmi, Oscar Castro Neves.
Todos topam participar, mas um disco como esse custaria pelo menos uns 100 mil dólares e eu não tenho uma gravadora que possa bancar isso. Asolução seria conseguir um patrocínio”, comenta.

Para os shows que fará em São Paulo, em março, Luciana estará acompanhada por três conceituados nomes da nova geração da música instrumental brasileira: Fábio Torres (piano), Edu Ribeiro (bateria) e Marcelo Mariano (baixo). No repertório, segundo ela, entram várias faixas de seu último álbum, “Tide”, como o medley de sambas “Adeus América/Eu Quero Um Samba” (Haroldo Barbosa, Geraldo Jacques e Janet de Almeida) e “Chuva”, poema de Paulo Leminski que ela mesma musicou.

Num momento em que muitos brasileiros emigrados retornam ao país, estimulados pela estabilidade econômica, Luciana diz que hoje vive outra fase. “Já não sinto mais a nostalgia de antes. Voltar a viver no Brasil não cabe mais na minha vida, porque finquei raízes profundas nos Estados Unidos. Mas não preciso de endereço no Brasil, para me sentir brasileira. Hoje me sinto um espécie de diplomata, porque sou conhecida no exterior como uma cantora de jazz brasileira. O Brasil nunca vai sair de mim”.

INFORMAÇÕES PARA OS SHOWS

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Catálogo da ECM Records disponível no Brasil, com exclusividade, através da Borandá

ECM + BORANDÁ
A ECM

Ainda me lembro quando nos anos 80 e 90 escutava os discos de vinil da ECM. Obras primas de Egberto Gismonti, Pat Metheny, Chick Corea, Ralph Towner, Jan Garbarek, entre tantos outros, com capas maravilhosas e produções geralmente simples com 2 dias de gravação e 1 de mixagem sem truques ou edições mirabolantes. Só música! Verdadeira e instigante. Linda. A ECM Records é uma referência e um exemplo de atuação de selo fonográfico. Com 40 anos de atuação ainda é independente e conta com o gênio criativo de seu fundador e produtor mor Manfred Eicher, que ainda dá expediente muitas vezes na sede da gravadora em Munique na Alemanha.

Egberto Gismonti
Infância | Dança das Cabeças

Os títulos da ECM fazem parte de minha formação musical e agora é um privilégio poder trabalhar com estes e outros títulos aqui no Brasil através do acordo com a Borandá. Como Borandá é musica brasileira escolhemos dar este pontapé inicial com 2 títulos de Egberto Gismonti (que até hoje lança trabalhos através da ECM). Negociamos condições de preço mais acessíveis para que mais gente tenha acesso a esta música maravilhosa de um dos mais importantes com- positores e instrumentistas na história da música brasileira, que continua nos premiando com novos trabalhos e concertos no Brasil e no mundo. Ao longo de 2012 deveremos ter quase todo o catálogo de Gismonti disponibilizado em terras brasileiras. Nada mais justo, mas que até agora ninguém havia se dado ao trabalho de fazer!

Keith Jarrett
RIO

Coincidência ou não este também é um grande ano para a ECM e para o Brasil. Não só por causa de nossa parceria, mas porque está disponível o lançamento RIO, de Keith Jarrett, gravado ao vivo em Abril deste ano no Teatro Municipal do Rio de Janeiro em uma performance que o próprio Keith reconheceu como uma das melhores de sua carreira, tendo ligado do aeroporto do Galeão para Manfred Eicher (coisa que nunca tinha feito) para pedir que esta gravação fosse lançada este ano; “passando na frente” de outros lançamentos já programados pela ECM para Jarrett.

CDs, DVDs e… o bom e velho Vinil!

Podem me chamar de saudosista, mas escutar um novo disco de vinil da ECM era quase um ritual. Música era uma religião. A tec- nologia ajuda muito a produção e a promoção da música hoje em dia, mas NADA substitui o talento, a magia e o virtuosismo de um VERDADEIRO artista, que sempre nos surpreende com sua criação. Estamos em uma época de transição e tenho certeza que o analógico e o digital devem em breve conviver em harmonia, para a felicidade de artistas e fãs, como acontece já hoje nos estúdios de gravação, que vivem um “revival” dos equipamentos analógicos. É mais um ciclo, onde fica o que é mesmo relevante e essencial. Por isso também colocaremos à disposição títulos em vinil da ECM, começando por Infância com Egberto Gismonti e Grupo (Nando Carneiro, Zeca Assumpção, Jacques Morelenbaum) gravado em 1990.

Concertos ao Vivo

Que venham então Egberto Gismonti, Naná Vasconcelos, Keith Jarrett, Ralph Towner, Pat Matheny, Chick Corea, Jan Garbarek, Tord Gustavsen, Stefano Bollani, Manfred Eicher, Tomasz Stanko, Charlie Haden, Jack DeJohnette e quem mais chegar, pois a Borandá também pretende trazer em 2012 vários dos artistas que tem trabalhos na ECM para concertos ao vivo no Brasil, colabo- rando com músicos locais e fazendo workshops para alunos de música e aficionados.

Fernando Grecco
diretor artístico – Boranda

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Ná Ozzetti contemplada no Edital para Ocupação da Caixa Cultural

O resultado do edital de ocupação dos espaços da Caixa Cultural já saiu e nos dias 28, 29 e 30 de junho de 2012 Ná Ozzetti apresentará o show Meu Quintal no Teatro de Arena no Rio de Janeiro. Acompanhe a agenda no site da Borandá e no site (naozzetti.com.br) da Ná  para maiores detalhes.